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terça-feira, 11 de novembro de 2008

Ufff....já foi....

e lá se foi o trabalho de Música...com um vitinho rouco e tal...lol Aqui vão os poemas que recitámos...
São quatro amigas,
sempre de mãos dadas!
Todas diferentes,
pelo tempo ligadas!
Adivinha lá...
Não conheces não??
Outono, Inverno,
Primavera e Verão!
Traz chuva e vento,
todo ensonado...
Lá vem o Outono,
já amarelado!
E caem as folhas
no chão devagar...
Tempo de vindimas,
castanhas a assar!
O Inverno aparece
branquinho, a tremer
Só faz um boneco,
quem neve tiver!
Sabe bem andar
quente, agasalhado...
Estar à lareira
a descansar sossegado!
Chega a Primavera
verde, colorida...
Veste roupa alegre,
muito florida!
O campo está lindo,
que bom passear!
Ver as andorinhas
no céu a voar!
Logo a seguir
é tempo de Verão!
Que traz o calor,
praia e diversão!
Vem de manga curta
a comer gelado,
Boné na cabeça,
todo regalado!
(Poesia de: Diana Silva)
Beijinhos**

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

Os fantoches Imaginarium são taaaoo lindosss!!!!

Branca de Neve**Hansel e Gretel**
Cinderela**
Aladin**
Já fazendo publicidade...
cada conjuntinho destes está a venda por 15€...
A Imaginarium tem coisas...lindas!!
Beijinhos**

E como os aventais já não chegavam....aqui vão os tapetes...

Ando um bocadito virada para as histórias...e as várias maneiras de as contar aos meninos....
Já mostrei alguns aventais lindissimos...agora chegou a vez dos tapetes....
Aqui vão....
ah e claro!! juntamente com os sites de origem:

aventaldehistoria.blogspot.com/

Beijinhos**

Cuaudiah**

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Avental de contar histórias....

Descobri num blog um montão de aventais de contar histórias...lindos, maravilhosos...fantásticos.... Vou mostrar aqui alguns exemplos, mas não com o intuito de plagiar...Aliás... os meus parabens aos autores destes materiais fantasticos... http://aventaldehistoria.blogspot.com/
Fantasticos nao são????
Beijinhos**

terça-feira, 4 de novembro de 2008

Caixinha Contadeira....

Aqui está o resultado dos seminários que tive no 2º ano com a contadora Joaninha Duarte...
A caixinha contadeira...
Nesta caixinha podemos colocar qualquer tipo de objectos, reais, brinquedos, bolas, dobragens, conchas, papéis com pequenas mensagens (para trabalhar com crianças mais velhas, digo ATL)...
Junta-se tudo numa caixinha, faz-se uma roda e faz-se passar a caixa por cada uma das crianças. Assim que cada uma tira um objecto ele é introduzido na história que vão contando... Já experiementei com ATL e resultou muito bem....
Beijinhos**

quarta-feira, 9 de julho de 2008

A Polegazinha**

Numa casinha perto de um rio vivia, há muito tempo, uma senhora bondosa, que se sentia muito triste por ter filhos. Mas, um dia, descobriu, entre as pétalas de uma rosa, uma menina muito pequenina, que uma fada boa aí deixara. Oh, que linda criança! E, como não era maior do que um polegar, a boa senhora deu-lhe o nome de Polegarzinha. Ao longo dos anos a Polegarzinha arranjou muitos amigos: joaninha, libelinhas, abelhas e muitos outros, com que adorava brincar e divertir-se perto do rio. -Chiu, a Polegarzinha adormeceu – sussurrou uma das joaninhas. – Vamos ficar aqui a tomar conta dela. Deitada num nenúfar, a jovem adormecida deixava-se embalar pela água. Mas… ai dela! Ninguém viu um sapo mau sair da água. - Que menina encantadora! – pensou ele. – Fará uma esposa perfeita para o meu filho. Vou já levá-la. Cortou o pé do nenúfar e foi escondê-lo entre os juncos! - Dorme, minha linda, e que tenhas bons sonhos. Vou buscar o meu filho para vocês se casarem… Assim que acordou, a Polegarzinha arregalou os olhos e desatou a chorar. - Onde estou? Mamã, mamã! Polegarzinha! Bem podia chorar, que ninguém lhe respondia. Ia a trepar por um junco quando, subitamente, uma truta saltou fora da água. - Não faças barulho, Polegarzinha. Fui o sapo que te raptou. Tens de sair daqui imediatamente! - Anda – disse-lhe então uma borboleta. – Eu levo-te para junto de uns amigos que moram no bosque. Eles tomam conta de ti. A menina não tinha escolha e, naturalmente, seguiu a borboleta. Porém, assim que espreitou por baixo da folhagem, saltou um grande “oh” de admiração. Nunca tinha visto nada assim. Este pequeno bosque transborda de frutos, cada um maior do que o outro! Havia framboesas, amoras e morangos silvestres que apenas esperavam ser comidos! - Come, Polegarzinha, come. Há muita fruta e tu deves ter fome – disse-lhe uma lagarta. Só que, infelizmente, os meses passaram e, com o Inverno, chegaram a neve e o frio Os amiguinhos da Polegarzinha protegiam-se nos seus abrigos; alguns partiram mesmo para longe; enquanto ela não sabia sequer para onde ir. Vagueava na neve, embrulhava numa grande folha, mas as mãos e os pés estavam gelados! Sentia-se muito cansada; as forças começavam a faltar-lhe, porque já não havia nada para comer. Quando menos esperava, diante dele abriu-se uma porta e apareceu uma ratita. - Pobre pequena disse a senhora Rato. – Vais morrer de fome! Entra. Anda comer e aquecer-te. A Polegarzinha era tão meiga e prestável que a senhora rato ficou com ela.Fazia-lhe vestidos bonitos e a menina ajudava-a na lida da casa. A partir dessa altura, o senhor toupeira vinha muitas vezes dar dois dedos de conversa e ia lançando olhares meigos à bonita jovem.- “Uma mocetona!” – pensava ele.O Verão banhara generosamente os campos com os seus raios de sol e as aves preparavam-se agora para a sua viagem em direcção aos países quentes. Mas, uma manhã, ao dirigir-se ao rio, a Polegarzinha descobriu uma andorinha inanimada na erva.O senhor Toupeira e a senhora Rato levaram-na imediatamente para dentro de casa.- Oh! Estás magoada numa asa – disse a Polegarzinha- Vou já lavar a ferida com água – respondeu a senhora Rato.O tempo passou. A Polegarzinha velou a andorinha durante noites inteiras e depressa ficaram muito amigas. Dava-lhe de beber numa casca de avelã, acariciava-lhe a cabeça e procurava-lhe todos os dias comida fresca. Por vezes, até adormecia ao lado da avezinha.- Em breve voarás de novo – prometia-lhe.- E será graças a ti, Polegarzinha – respondia – lhe a andorinha reconhecida.Chegou, por fim, o grande dia. A menina tirou cuidadosamente a ligadura à avezinha. Do alto da casa do senhor toupeira, os três amigos ajudaram a andorinha a levantar voo…- Polegarzinha, nunca te esquecerei…- Boa viagem, e até para o ano!Passavam-se as estações e a polegarzinha perdia as esperanças de voltar a ver a mãe. Quando, na Primavera seguinte, o senhor Toupeira veio pedi-la em casamento, ela desfez-se em lágrimas.- Eu adoro a luz, o sol, o vento; não posso viver debaixo de terra…- Vá lá, pensa melhor – dizia a senhora Rato para a consolar. – O senhor Toupeira é bom rapaz, tomará bem conta de ti.Mas a polegarzinha não podia aceitar semelhante casamento. E, uma manhã, fugiu pelos campos fora. De repente, lá bem alto, no céu, descobriu a sua amiga andorinha. Por sorte, perto dela uma grande margarida estendia a cabeça para o sol. A Polegarzinha trepou pelo caule e chamou – a.Contou-lhe então toda a sua história e os horríveis planos de casamento.- Anda, sobe para as minhas costas. Conheço um país onde serás feliz – disse a andorinha.As duas amigas sobrevoaram um sem números de regiões, cada uma mais bonita do que a outra.- É incrível! – dizia a Polegarzinha. – Tenho a impressão de que sou enorme e que lá em baixo é tudo tão pequenino! Olha para ali, aquelas cores todas!- Estamos a chegar. É o país das flores – respondeu-lhe a andorinha.Pousou suavemente no centro dum maciço de flores brancas. Por todo o lado viam-se umas carinhas bonitas de narizito no ar. - Oh! São do mesmo tamanho que eu.- São os meus amigos elfos!Entre os elfos havia um príncipe e ao primeiro olhar, a polegarzinha e ele sentiram que tinham sido feitos um para o outro. Casaram nessa mesma noite, ao luar. A menina sentiu então que lhe nasciam asas e tornou-se também ela um elfo.-Amanhã vamos a casa da minha mãe. Já não a vejo há tanto tempo… – decidiu ela.
Autores: Marie Duval e Alain Jost
Ilustração: Liliane Crismer

sábado, 16 de fevereiro de 2008

João e Maria / Hansel e Gretel

João e Maria, eram dois irmãos, que viviam com o pai e a madrasta e eram muito pobres. Certa noite, depois de se irem deitar, João escutou a madrasta dizer ao pai, que levasse as criançs para a floresta e as deixasse lá, pois alguém as poderia encontrar, caso contrário morreriam todos à fome. O pobre lenhador, ficou muito triste sem saber o que fazer e no dia seguinte resolveu fazer o que a mulher tinha aconselhado. O pai foi acordar as crianças para irem com ele à floresta apanhar lenha, João que sabia qual era a intensão do pai, foi deitando migalhas pelo caminho. Quando chegaram à floresta, o pai disse para eles ficarem ali que ele ia recolher lenha e quando acabasse vinha buscá-los. Ao anoitecer, como o pai não aparecia, eles tentaram regressar seguindo as migalhas que João tinha deixado cair pelo caminho. Mas verificaram que os pássaros tinham comido as migalhas de pão e não conseguiram encontrar o caminho. Ao andarem pela floresta, encontraram uma casa e verificaram que era de chocolate, não resistindo começaram a comê-la. Quando ouviram um voz: -Quêm está comendo a minha casinha? E apareceu uma velhinha, que os convidou a entrar. A velhinha era uma bruxa má, que prendeu João num quarto e Maria passou a ser sua criada. Tinha de lhe fazer todo o serviço e alimentar bem o João, pois a bruxa queria comê-lo e todos os dias pedia o dedo do rapaz para verificar se ele estava mais gordinho, mas como ela via mal ele dava-lhe um osso, até que certo dia a bruxa verificando que ele não engordava, ordenou à menina para preparar o forno, pois naquele dia iria comer João. preparou tudo e depois disse à bruxa, parece-me que o forno está bom, mas não consigo ver, a velha bruxa, colocou-se em cima de um banco e debruxou-se para o forno, a menina com a pá empurrou a velha para dentro do forno e trancou a porta. Maria soltou o irmão, e ambos abriram um baú que estava cheio de moedas de ouro. Conseguiram encontrar o caminho de volta a casa e quando o pai os viu chegar abraço-se a eles e disse que nunca mais se iriam separar. E viveram felizes para sempre.

Vitória, vitória... Acabou-se a história... Com pózinhos de Perlim-Pimpim, esta história chega ao fim!!! João e Maria (Hansel e Gretel) é um conto tradicional que foi coletado pelos Irmãos Grimm.

Até mais,

Cuaudiah**

terça-feira, 29 de janeiro de 2008

A lenda do Arlequim

Era uma vez um menino que se chamava Arlequim que vivia numa cidade em Itália chamada Veneza.
Nessa cidade, vivia também num lindo e imponente palácio, uma condessa muito rica que, todos os anos na altura do Carnaval, organizava um grande baile de máscaras, para o qual convidava todos os rapazes e raparigas da cidade. A Condessa só fazia uma exigência aos convidados: tinham de se apresentar mascarados.
Nesse baile, era sempre premiado aquele ou aquela que melhor se apresentasse. Por isso, em todas as casas de Veneza, as mães esforçavam-se por fazer os mais belos fatos para os seus filhos. Só o Arlequim não iria ao baile por ser muito pobre e a sua mãe não poder fazer-lhe um traje.
Os amigos, vendo-o tão triste, resolveram dar o que tinham, ou seja, os bocadinhos da fazenda que sobrava da confecção dos seus fatos. E, com eles, a mãe do Arlequim conseguiu fazer uma linda fantasia, cortando os bocadinhos em losangos iguais e combinando habilidosamente as diferentes cores. Assim, o pequeno Arlequim pôde entrar no palácio da Condessa.
E mais conta a lenda que foi precisamente Arlequim quem nesse ano ganhou o prémio, por se ter apresentado com o fato mais vistoso e original. E quando a Condessa lhe perguntou como é que ele, tão pobre, tinha arranjado tão lindo traje, ele respondeu: - O meu fato foi feito com a bondade dos meus amigos.
Foi então que o Arlequim convidou a bela Condessa para dançar. Essa foi uma noite mágica, de que o Arlequim nunca mais se esqueceu...
Vitória, vitória... Acabou-se a história... Com pózinhos de Perlim-Pimpim, esta história chega ao fim!!!
Até mais,
Cuaudiah*

terça-feira, 22 de janeiro de 2008

A Gaivota que não queria ser

António Torrado
Era uma vez uma gaivota que gostava de ser pomba.
Dizia ela que as gaivotas não servem para nada, ao passo que as pombas sempre servem para alguma coisa.
- Levam cartas, mensagens, avisos de um lado para o outro - explicava ela às outras gaivotas. - São as pombas ou os pombos-correios.
- Também há quem as cozinhe com ervilhas - interrompeu-a uma gaivota trocista.
- Essa serventia a nós não nos interessa - arrepiaram-se as outras gaivotas, que voaram, alarmadas
Ficou sozinha a gaivota que queria ser pomba.
Servir de cozinhado também não estava nas suas ambições, mas à falta de outro préstimo... E pensou: "Gaivota estufada", "Gaivota de cabidela", "Gaivota guisada com batatas"...
Realmente, não lhe soava bem. E menos bem devia saber, porque nunca lhe constara que os humanos, de boca aberta para todos os gostos, tivessem incluído tais receitas nos seus livros de cozinha.
A gaivota que queria ser pomba ficou a olhar o mar.
Ia abrir as suas asas para as lançar sobre as ondas, à cata de peixinho para o almoço, quando um estranho torpor lhe tomou o corpo.
Deteve-se. Encolheu-se. Tapou a cabeça com uma asa. Aquilo havia de passar.
As outras gaivotas, que há pouco tinham debandado, regressavam à praia, apanhadas pelo mesmo entorpecimento que atingira a gaivota desta história.
Formaram um bando tiritante, rente ao mar.
Umas, levantadas numa só pata, outras escondidas numa cova da areia, olhavam as águas esverdinhadas, espumosas, como turistas descontentes com a paisagem.
- Estão as gaivotas em terra - disse uma voz humana, abrindo uma janela, junto à praia. - Vai haver tempestade. Sendo assim, já não me arrisco a ir para o mar.
De facto, quando as gaivotas ficam em terra, os pescadores sabem que o tempo vai mudar. Elas é que dão o sinal. Elas é que sabem. Elas é que pressentem quando a tempestade se aproxima.
- "Afinal sempre tenho alguma utilidade", pensou a gaivota que queria ser pomba, toda enrolada numa bola de penas, e, daí em diante, preferiu continuar a ser gaivota.
Vitória, vitória... Acabou-se a história...
Com pózinhos de Perlim-Pimpim, esta história chega ao fim!!!
Até mais,
Cuaudiah*